Joe Biden em silêncio, Palestina a votos, Israel à espera que o telefone toque.

A 9 de Março de 2016, Joe Biden, então vice-presidente dos Estados Unidos, encontrou-se com Mahmoud Abbas (em cima), Presidente da Autoridade Palestiniana (créditos: The Times of Israel/Flash90) e com Benjamin Netanyahu, Primeiro-Ministro de Israel (em baixo) (créditos: middleeasteye.net/AFP) A Palestina prepara-se para eleições. Mais de uma dezena de grupos e partidos políticos palestinianos, sentaram-se … Continue a ler Joe Biden em silêncio, Palestina a votos, Israel à espera que o telefone toque.

Acordo de Paz entre Israel e o líder mais poderoso do mundo árabe provoca a fúria dos palestinianos

Edição do Courrier International nº 1494, com cartoon assinado por André Carrilho Durante a conferência de imprensa em que anunciou o Acordo de Paz entre Israel e os Emirados Árabes Unidos, o Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, foi muito claro: a anexação do Vale do Jordão e de grande parte da Cisjordânia onde estão muitas dezenas … Continue a ler Acordo de Paz entre Israel e o líder mais poderoso do mundo árabe provoca a fúria dos palestinianos

Verão quente na Palestina?

Faixa de Gaza, 2018. Foto: jmr O Médio Oriente já tem sofrimento e guerras quanto baste, mas parece que há sempre uma forma de acrescentar problemas. Iémen, Síria e Líbia, são palco de conflitos sangrentos sem fim à vista e com grande potencial para ficarem ainda mais violentos. O cessar-fogo - para concentrar esforços no … Continue a ler Verão quente na Palestina?

O Tribunal Penal Internacional não peca por excesso, mas por defeito: a invasão do Iraque, em 2003, está por investigar e julgar.

Anciãos de aldeia nos arredores de Nassíria, Iraque, Abril 2004. Foto: jmrQualquer instituição internacional que tenha o atrevimento de tratar os Estados Unidos como apenas mais um país entre todos os outros, já sabe que vai ser alvo da fúria de Donald Trump. O actual inquilino da Casa Branca não esgrime argumentos, não contrapõe, não … Continue a ler O Tribunal Penal Internacional não peca por excesso, mas por defeito: a invasão do Iraque, em 2003, está por investigar e julgar.